De volta às atividades!

Pois bem amigos, depois de alguns bons anos afastado dessa ferramenta de interação, a equipe de Cotidiano Automotivo resolveu botar a casa em dia. Sabe-se que de fato, a equipe editorial não é muito grande, composta unicamente por este jornalista que vos transcreve as informações e por uma psicóloga, que compoe o conselho de ética desse canal.

Mas enfim, o que nos faz retornar ao mundo automotivo são os últimos acontecimentos do mundo das quatro rodas e também das duas. Sim, mas esse possivelmente não englobará motos, veículo esse que nunca foi muito do meu apreço, mas sim, das bicicletas, já citada aqui em alguma postagem como uma das minhas paixões, juntamente com o fim que envolve esse canal.

Segundo uma rápida olhada por aqui, vejo que uma das minhas últimas postagens data de 2007. Cinco anos na indústria automobilistica é uma eternidade. Ainda quando fiz a última postagem, a Kia era uma coreana sem graça, as demais sequer eram cogitadas depois da tentativa frustrada de imersão no mercado nacional, ainda na era Collor e o mercado nacional começava lentamente a se adaptar às novidades do mundo globalizado, com veículos lançados por aqui, pouco tempo depois de seus modelos similares terem sidos lançados em outros mercados, na sua grande maioria, irmãos comercializados no mercado europeu.

Hoje, nosso mercado não tem mais como foco os populares, que em 2007 começaram gradativamente a perder lugar para modelos com deslocamento cúbico maior e as fábricas começaram apostar em unidades com motorização 1.4 em diante. Cabe lembrar que em 2007, os populares ainda abocanhavam mais de 50% do mercado nacional. Claro que hoje em dia não se pode mais tratar os veículos 1.0 como populares. Os tradicionais pelados, básicos ao extremo perderam lugar para carros mais equipados desde as suas versões básicas, usamos como exemplo aqui o Gol 1.0 TEC, que desde a sua versão de entrada já disponibiliza vidros e travas elétricas, além de avançados sistemas e recursos na sua motorização que visam um menor consumo de cobustível e facilidade no uso diário do carro. Não vamos esquecer que até bem pouco tempo, a mesma VW oferecia como artifício de venda do tradicional golzinho, incríveis "cintos dianteiros retráteis" (...). Viu só que evolução?

Mas todos veículos produzidos aqui no país tiveram que dar um salto em evolução para não perder lugar. Hoje os populares já perderam até mesmo essa titulação.  Os "modelos de entrada" estão vindo cada vez mais completos em pacotes de opcionais livres, e não raramente esses carros saem das concessionárias com ar condicionado, direção hidráulica, etc... Air bag e abs ainda é uma realidade difícil para esse segmento, ainda que no Brasil, os modelos de outros seegmentos, recém lançados ou reestilizados já estejam vindo com essa dupla de série.

Mas daí cabe um questionamento: Compensa comprar um 1.0 completo ou um carro de maior cilindrada mais "pelado"? A resposta vai depender do uso que você dará ao carro. O mito de que carro 1.0 é econômico caiu por terra. É sabido que esse carro tem que menos potência e para fazê-lo andar, o cara tem que meter o pé no porão para fazer o giro subir. E olha os esses 1.0 de hoje já beiram os 80 cavalos, ante os 50 na época do Uno Mille, em 1990. Mas assim mesmo, o cenário é meio triste para eles quando estão carregados ou então com o ar condicionado ligado. Nesse campo, os 1.4 pra cima levam vantagem, por ter um motor maior, carregam seu peso e o peso alheio com mais facilidade, não penalizando tanto o consumo. E outro detalhe também que conta e muito é o pé do condutor. Experiência própria desse jornalista, meu carro que fazia pouco mais de 400km com um tanque de gasolina, e depois de uma visita ao concessionário, por alguns problemas técnicos, como engasgadas, marcha lenta irregular e consumo elevado, foi constatado que era a maneira de como eu conduzia o carro que acarretava nesses problemas. Antes de me chamarem de meia roda, maneta, ratão, e tc... explico que eu trabalho a menos de 2km de casa, e isso acaba se tornando extremamente prejudicial ao carro, aliado ao fato de não esticar as marchas. Resumindo, mudando a forma de dirigir, o próximo tanque fechou em 620km. É um saco ficar controlando a maneira de como se dirige, confesso que atualmente não cuido mais tanto esses detalhes, mas pelo menos o carro não engasgou mais!

Celta fazendo um breve pit stop

Bom, não vamos queimar todo o cartucho nessa primeira postagem de retorno, basta saber que hoje, cinco anos depois do último registro, o mercado nacional vai muito bem, com lançamentos a toda hora e se tornando referência em engenharia no desenvolvimento de novos produtos globais, como por exemplo o lançamento da nova Ecosport e na comercialização de carros globais (aqui, usaremos como exemplo a Hyundai e seus belíssmos exemplares).

Vamos aborda também bicicleta, modelos, relatos de um cenário não muito legal que se criou hoje em Porto Alegre, bem diferente daquele que existia a cinco anos. Trânsito, inclusive com vídeos de deslocamentos dentro da cidade, claro que dentro do carro!

Vamos retomar o tempo perdido! Abraço aos amigos!

[ ver mensagens anteriores ]



Meu Perfil
BRASIL, Sul, PORTO ALEGRE, Homem, de 26 a 35 anos